Conta a lenda que Valentim era um padre que, no século III d.C., casava, em segredo, os jovens pares de namorados. O Imperador Cláudio II, reconhecendo que os melhores soldados eram solteiros, tinha proibido os mancebos de contraírem matrimónio. Valentim, ao ousar celebrar casamentos, foi descoberto, preso e condenado à morte por decapitação.
Texto retirado de Serviço Português de Gastronomia e Hotelaria
Há que louvar São Valentim, pelo que fez, foi um mártir! No entanto, o que eu não entendo é porque é que em Portugal o dia dos Namorados tem de ser no dia de São Valentim (é o seu dia, pois foi o dia em que morreu). Nós temos o Santo António, que é nosso, é português, então, porquê celebrar o dia dos namorados no dia de São Valentim em vez do nosso querido Santo Casamenteiro. Que eu saiba, e para quem acredita, é costume rezar a Santo António se se quer um amor, e não a São Valentim.
Pois bem, se querem saber eu acho que o São Valentim não passa de mais um dia para o consumismo latente da sociedade capitalista em que vivemos. Mais uma vez, é a influência americana (raios os partam...).
Porque é que não celebramos o Santo António como ele merece? Só a título de curiosidade, os brasileiros celebram o dia dos namorados dia 12 de Junho (véspera do dia de Santo António). Serão influências Antonianas? Assim creio, nesse caso, quer dizer que se calhar, algures no passado, também nós, os portugueses, também celebramos o dia dos namorados em louvor a Santo António!