já não blogo aqui.
Mudei-me para aqui - http://onze.wordpress.com.
cheira-me a sardinhas e pimento assados, oiço música de arraial, mas ninguém com quem dançar, nesta noite de Santo António imaginária que vai na minha cabeça!
Hoje numa acção de formação, numa grande multinacional, senti-me como uma refém durante umas horas!
Há dias em que me sinto uma criança de 5 anos, em plena fase dos porquês!
Hoje chegou ao fim uma saga qua durava há quase 5 anos, e a única constatação que posso fazer é que estou mais velha e que a minha vida deu voltas que eu não esperava!
Assim sendo, não posso deixar de parar, refelctir e retornar ao passado por breves instantes, aqules em que o cansaço toma conta de mim!
Um martini e cerelac em frente ao monitor enquanto vejo os mails!
No outro dia, em conversa com um amigo meu, ele propôs-me fazer uma troca de livros, eu disse que eventualmente o fariamos.
Hoje, dei por mim a passear pelas ruas de uma livraria a ver que livro lhe haveria de dar e para ser sincera, não consegui a char nenhum. Tenho de pensar melhor no assunto, mas é realmente difícil quando nos pedem um livro, pois não é um livro qualquer, mas sim um livro que tenhamos gostado e que de certa forma possa abrir um pouco o nosso mundo à outra pessoa. É uma tarefa difícil, mas não impossível.
Quando descobrir que livro lhe darei, podeis ficar descansados que eu aviso, ou talvez não!
Este blog não está morto, encontra-se apenas, em águas de bacalhau!
Logo quando precisava de uma noite bem dormida, não é que tenho um ataque de INSÓNIAS!!!
Como dizem os brasileiros de minas gerais passam a vida a dizer, ninguém merece (atenção, ler com um certo arrastamento e dar ênfase ao nin e pronunciar o ém como hein de ninguém )...
Bem, há algumas horas que já devia estar deitada e dormir profundamente, mas tenho uma necessidade irracional de me manter acordada até o resto da casa estar a dormir pacificamente.
Por isso, boas noites.
Só desejo amanhã não ser acordada brutamente como tem acontecido nos últimos dias! Preciso de uma dia em que possa acordar tranquilamente!
Ao passear por vários blogs, encontrei vários posts que referiam as manias desses bloggers, e uma coisa, eu vos posso dizer, eu tenho muitas mais manias do que aquelas que indiquei no post em baixo, mas uma coisa certa, as que enunciei foram as que me vieram à mente enquanto escrevia! Mas há mais, muitas mais...
Regulamento
Cada bloguista participante tem de elencar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue.
Bem, fui desafiada pela menina Isobel para dar a conhecer aos demais cinco das minhas manias e/ou hábitos peculiares. Aqui estão:
{1} Dormir - Dormir muito. Gosto de dormir, durmo muito e muito profundamente (tanto que já houve vezes em que várias pessoas acharam que eu estava mal ou pior, morta). Não acordo com nada. Durmo com o estore aberto, consigo dormir em plena escuridão. Durmo com música. Durmo em qualquer sítio, só não consigo dormir com a porta do quarto aberta. E não, para os que tem uma imaginação hiperactiva, não sofro de narcolepsia!
{2} Beber - Bebo muito. Mas acima de tudo, bebo muita água. Bebo sempre água quando bebo café, é imprescindível! Mas relativamente com esta mania, o extremo é ter de beber sempre um copo de água antes de sair de casa, até parece que tenho medo de morrer de sede na rua, assim como que cada vez que vou à casa de banho, tenho de beber água a seguir, o tanque não pode estar vazio!
{3} Falar - Falo muito, e alguns dizem que falo muito alto. Digo o que não devo e falo o que penso. Falo francamente, às vezes francamente demais, ferindo susceptibilidades.
{4} Ouvir - Oiço muito. Gosto de ouvir. Gosto de ouvir música, muita música. Gosto de ouvir o vento a brincar com as árvores. Gosto de ouvir as conversas nos autocarros. Gosto de ouvir as conversas da bola no café da esquina.
{5} Ler - Ler muito, sempre que posso. Gosto de ler o que quer que seja. Gosto de ler livros, e quando o faço, espreito sempre a última palavra do livro inteiro. Gosto de ler jornais, leio primeiro os cabeçalhos da 1ª página, seguidamente a última página, e depois ler o resto do jornal de trás para a frente. Gosto de ler revistas, a maior parte na diagonal. Gosto de ler manuais de instruções de um qualquer utensílio que comprei. Leio as instruções e os ingredientes dos champôos e afins enquanto estou no banho.
Passo o repto aos seguintes:
Conselho de Pobreza
Radionovela
Mulher-a-Dias
Bané no País das Maravilhas
da Frívola Mundana
Não há nada como chegar a casa depois de um longo dia de andamentos por toda a cidade à cadência ritmada de uns tangos e guinchos de miúdos, beber um copito de vinho e fumar um cigarro, enquanto se toma banho. Pode ser cliché, mas que sabe bem, lá isso sabe!
Em certas ocasiões, durante o último dia do ano e a noite da passagem d'ano senti-me como o Mister Cellophane (para quem não sabe é uma música do musical Chicago). Consegui dar por mim, intimamente, pronunciando as palavras...
Cellophane
Mister cellophane
Should have been my name !!!!
Mister cellophane
'cause you can look right through me
Walk right by me
And never know I'm there!
Com isto não quero dizer que foi péssima a minha passagem d'ano, não foi. Foi bem divertida, mas senti que faltava algo. Estava rodeada de amigos, mas senti que não havia laços de cumplicidade entre mim e algum deles, e isso entristeceu-me, e agora que olho com relativa distância para o acontecimento chego à conclusão que uma amiga minha deduziu há muito, eu não me mostro às pessoas, não me abro, não partilho, verdadeiramente, e assim sendo, como pode haver cumplicidade, quando uma das partes se enclausura como uma ostra a proteger a sua pérola.
Talvez seja isso, talvez eu considere inconsientemente o meu interior, o meu espírito, o meu coração como uma ostra que tenha de ser resguardada das preversidades do mundo, mas o que eu não me apercebi, pelo menos até aqui, é que esse mesmo resguardo me afasta das pessoas, mesmo daquelas que gosto muito e talvez as force a afastarem-se de mim.
Pois é, faltam um dia para o Natal e eu só comprei dois presentes de Natal, um para o meu sobrinho que já devia ter nascido, mas pelos vistos gosta do quentinho da barriga da mãe e só está a fazer planos para nascer depois e o presente para uma das minhas irmãs.
Mas pior do que tudo isso é estar completamente lisa e vou ter de recorrer ao milagre do paitrocínio para conseguir realizar as outras compras de última hora.
Vá lá alguém entender o meu fuso di(hor)ário de sono. Ou durmo desalmadamente durante 19 horas, ou então deito-me, tenho um sonho estranhíssimo e acordo passado uma hora e meia.
Valha-me Deus, não há maneira de entrar no compasso!
Este blog, como dá para perceber, encontra-se em águas de bacalhau, e não, não estou na Noruega! As férias já começaram há quase um mês e não tenho andado muito virada para a escrita. Ao escrever este post, intrigo-me e pergunto-me porque razão não o fiz neste tempo, mas enfim, o que não foi feito, não foi feito! Não deverei escrever mais até o meio de Agosto, ou princípio de Setembro, depende dos desígnios que a vida me reserva.
Até aqui tenho estado em Lisboa, mas verdadeiras férias clamam uma saída da cidade luz, por isso amanhã ou depois vou para o Reino do Algarve, onde espero, por uns dias descansar e gozar uns prazenteiros dias de praia. Após o que retorno a Lisboa para ser staff num campo de férias internacional.
Não deixa de ser curioso, o facto de eu nunca ter mencionado o CISV em nenhum post deste blog, pois é uma grande parte da minha vida, não presentemente, mas tem um lugar especial nas minhas memórias.
O CISV (Children's International Summer Villages) é uma organização internacional independente, voluntária, apolítica e não-religiosa que promove a EDUCAÇÃO PARA A PAZ e a AMIZADE INTERCULTURAL.
O campo de que vou ser staff cá, é um campo do CISV, foi o primeiro programa a aparecer e chama-se Village (Aldeia). Trata-se de um campo de férias internacional com a duração de 28 dias, onde estão representados vários países por delegações compostas por 4 crianças de 11 anos (dois rapazes e duas raparigas) e um leader (maior de 21 anos), no campo também participam 6 Junior Counsellor (JC's) com 16/17 anos que fazem a ponte entre os mais novos e os mais velhos. E por fim, o staff, que trata de toda a parte logística e se preocupa com o conteúdo educacional do programa.
Eu faço parte do CISV desde que tenho 11 anos, já participei na maioria dos seus programas e posso, com certeza, afirmar dizendo que me fez tornar uma pessoa mais aberta, mas compreensiva. Esta vai ser a minha 4ª Aldeia, participei numa quando tinha 11 anos, noutra quando tinha 17 enquanto JC e aos 21 anos fui leader. Este ano, aos 24, vou ser Staff.
Os campos são fechados ao público, mas há um dia, em todos os campos, em que todas as pessoas são mais que bem vindas a participar, esse dia é Open Day, se vos consegui despertar a curiosidade em relação ao CISV e ao que é uma Aldeia apareçam no Open Day, este vai ser dia 28 de Julho, se quiserem ir, escrevam-me um e-mail ou um comentário.
Podem encontrar mais informação sobe o CISV nos seguintes sites: CISV Internacional e CISV Portugal.
Boas Férias a todos!
ar puro. sistemas eleitorais. pinheiros. sistemas partidários. maresia. comportamentos eleitorais. praia.
Este foi o meu fim-de-semana. Relaxado, mas intenso ao mesmo tempo.
Insónias querem-se esquecer!
Sonhos agradáveis procuram-se!

Fotografia de Sansan
Mais uma semana que começa!
Mais uma segunda-feira!
Mais uma directa a estudar!
Mais uma frequência (daqui a umas horas)
É só alegria!
Enfim, BOM DIA a todos!!!
A uma média de duas vezes por mês costumo ir ao hipermercado com a minha irmã. O estabelecimento eleito é geralmente o Carrefour de Telheiras, não pela proximidade, mas pela qualidade dos produtos e de regra geral por nunca ter muita gente.
Como de todas as vezes que a minha irmã me propõe irmos a tal estabelcimento, eu nunca estou com vontade. Nada de mais natural, pois consegue-se desperdiçar perfeitamente uma noite entre os vários corredores, andando de um lado para o outro à caça de produtos, descobrindo outros que nos são impigindos pelo maravilhoso marketing.
A curta viagem de cerca de dez minutos até a esse antro de consumo consegue ser sempre um pequeno stress. Eu não sei conduzir, mas prezo-me de saber imensos caminhos apesar de não ter a habilidade de me sentra por detrás de um volnate e fazer com que a máquina ande. Assim sendo, a minha irmã, geralmente costuma perguntar-me qual o melhor caminho e enquanto circulamos eu lá lhe vou dando indicações. Não há uma só vez em façamos o caminho que ela acabe por não seguir uma das minhas indicações, ou por não ter ouvid ou por eu a ter dado mesmo em cima do momento de virar, o que impossibilita verdadeiramente o mudar de tracjetória. Ou seja, é sempre uma aventura tentar chegar e retornar para casa.
Ontem, lá fomos nós - para variar, não estava com vontade nenhuma de ir. Mas lá teve de ser, em prol do bem comum, da estabilidade familiar - pois acreditem, se não houver comida cá em casa, há sempre alguém a refilar. Assim que chegamos, consegui render-me ao consumismo que me impunham, pois havia a feira do livro, como haviam alguns livros que gostaria de comprar, lá dei uma vista de olhos e no final consegui até mesmo escolher um que me acompanhou pela noite de ontem.
Como o livro foi dos primeiro produtos a serem adquiridos, lá continuamos a nossa saga. Fomos à carne, depois ao peixe, passamos pelo corredor dos detergentes, tentando descobrir um detergente para a máquina da roupa que entrasse para o cartão, seguimos para a zona refrigerada onde nos atiramos para os legumes congelados, dando especial preferência aos bróculos, espinafres e à mistura mediterrânica (não por vontade própria, mas os nossos avôs parecem não comer outra coisa), após o que nos separámos, tendo eu ir buscar os iogurtes e a fruta e ela os acompanhanmentos (arroz, massa, etc...) e vegetais. Por fim, lá chegamos à caixa com tudo isto e mais alguns items, como uma caixa de croissants meio-cheia (é o que dá não jantar antes de ir às compras, tem de se comer enquanto se compra), garrafas de coca-cola e sei lá eu que mais.
Isto de ir muitas vezes ao mesmo supermercado tem muito que se lhe diga, para além de ficarmos a conhecer onde se encontram os produtos (o que não se aplica muito a um hipermercado, devido à sua grande extensão) até ficamos a conhecer os empregados das caixas - então não é que a senhora que estva na caixa já não nos tinha atendido uma vez, e pior, lembra-se de nós. Deve ter ficado a pensar que nos cá em casa somos no mínimo 15, pois compramos tudo às quantidades industriais. Não acreditem, somos só 5!
Tenho um projecto em mãos, ou melhor, na mente. Já se encontra alinhavado pelos rápidos pensamentos que trespassam a minha cabeça a cada minuto. Não posso propriamente, por enquanto, dizer de que se trata, pois é um presente, e apesar da pessoa a que o vou oferecer, costuma, muito de vez em quando visitar este humilde estabelecimento, se o divulgasse por inteiro arruinaria a surpresa. Posso, no entanto, dizer que envolve texto e imagens.
Espero poder reproduzir este meu projecto quando o tiver concretizado, se as minhas capacidade para trabalhos manuais não me desiludirem!
Enfim, desejam-me sorte!
fatalidade!!!
...foi cansativo, sonolento e muito pouco produtivo. Odeio dias assim.
Ainda agora regressei de férias, da minha fantástica viagem de finalistas e eis que me encontro de novo de férias, desta feita, as da páscoa.
Quanto à minha estada no brasil, prometo postar algumas fotos em breve, assim que o monitor do meu desktop estiver operacional (pois isto de visualizar o blog apartir do portátil tem muito que se lhe diga). A essa viagem, posso realmente apelidar de férias, apesar de ter faltado durante duas semanas
às aulas. E talvez, por isso, agora, neste interregno de aulas, vou ter que me esfalfar à grande, não só para por a matéria em dia, assim como para adiantar o estudo. Ele é trabalhos e frequências à espera logo no primeiro dia de aulas. Apesar de só estar no primeiro dia de férias já começo a ficar com um nervosinho de tudo aquilo que tenho para fazer (hoje foi dia de folga).
Ai férias, para que vos quero...
Por que é cada vez que algo na nossa vida parece estar a encaminhar-se, vem algo que pode destabilizar aquele equilíbrio temporário. A vida é como a natureza, a única coisa que permanece é a mudança!
A Fazer:
§ Não adormecer
§ Trabalho sobre a dimensão moral da Odisseia de Homero;
§ Ir ao banco;
§ Não me enganar nas contas;
§ Colocar o sono em dia!
De forma a celebrar o 1º aniversário deste blog, resolvi responder a um entrevista fotográfica, de forma a que me possam conhecer melhor. O projecto é deste site - sh1ft.org. De forma a não sobrecarregar a primeira página, podem ver a entrevista se carregarem em continuar a ler (mesmo aqui or baixo)!
Continue a ler "Q&A - The Photographic Interview"
O dia de ontem, foi um dia de vitória e de emoção. Em priemiro lugar, porque este blog comemorou o seu primeiro aniversário entre muitos revezes, mas no entanto, continua a existir.
Mas não foi só por isso que o dia foi importante, ontem, os meus avós comemoraram o seu 62º aniversário de casamento! Sim, é verdade, estão a ler bem, os meus avós estão casados à 62 anos! O meu avô vai fazer 86 anos em Dezembro e a minha avó 82, também em Dezembro.
Os meus avôs, como todas as pessoas da sua idade, já passaram muito pela vida e é delicioso ouvir as histórias que têm para contar.
Mas o dia de ontem, também foi importante, porque o meu avô inaugurou a sua 1ª exposição de pintura. O meu avô era engenheiro de máquinas da marinha mercante, e por isso, calcorreu navegou este mundo e o outro. Nos anos sessenta, os meu avô foi para o Japão, para supervisionar a construção de um petroleiro de seu nome Jessica e por lá ficou 2 anos e assim, começou a pintar. A exposição que ontem inaugurou, mostra os trabalhos que realizou por terras do sol nascente e também peças actuais (pois descobriu que a pintura é o melhor entretêm que pode ter, para além dos seus benéficos efeitos terapêuticos).
Aqui fica uma pequena amostra, no entanto, se alguém quiser ir ver a exposição, ela está patente na Galeria Escudero que fica na Av. Maria Helena Vieira da Silva, nº 35 B (Alta de Lisboa).
Embora já tendo regressado há uns dias, ainda não tive tempo para escrever, esse fecto prende-se com o cansaço acumulado por terras de nuetros hermanos e com a enormidade de matéria que tenho de estudar para a faculdade. Se tudo correr bem, sábado, por qui me têm! Até lá, há que voltar para o estudo de Teorias Sociológicas.

Espero o meu cavaleiro andante!
Fotografia de coffeemug
[Esta não é a minha música preferida do My Fair Lady, mas enfim, aplica-se agora! Se alguém quer saber mesmo, é a do I'm getting married in the morning! Ding dong! / The bells are gonna chime. Pull out the stopper! / Let's have a whopper! But get me to the church on time!]
Amanhã vou para terras de Sua Majestade, El Rei Juan Carlos II! E só hei-de retornar na próxima segunda-feira! Só espero que por lá a chuva fique mesmo nas planíceis, uma vez que eu vou para a Galiza, mas pelo que me diz o weather.com acho que não!
No que toca a Espanha, aqui ficam duas citações, a primeira dedicada à viagem até ao país vizinho e a segunda tem a ver com o dia de segunda-feira, para quem não sabe é feriado, por ser Dia de Todos-os-Santos (Ou dia dos mortos)!
Spain is a land of mystery where the dust of isolation has often settled on men’s work and obscured their lives.
In Spain, the dead are more alive than the dead of any other country in the world.

...reflecte-se nisto! Ai meu querido bioritmo!

Bem sei que tenho estado ausente, mas vida de estudante custa, especialmente a de finalista. Verdade seja dita, não tido tempo para aqui escrever, visto que tenho horário pré-laboral, laboral e pós-laboral. Ou melhor, não tenho tido tempo pra nada, e logo este ano que eu tomei a custosa decisão de ir para o ginásio (deveria ter começado dia 13) ainda nem tenho o cartão! Isto tá mau!
Há uns tempos que eu e um amigo meu andavamos a planear ter um blog conjunto. Na semana passada essa nossa joint-venture concretizou-se com a indigitação (vulga abertura) do Conselho de Pobreza. Os tópicos lá discutidos serão um pouco diferentes dos aqui expostos, por (1) ser um blog conjunto; (2) ele ser engenheiro civil e (3) que delineamos uma série de temas que gostaríamos de debater, como política, artes, história e sociedade; o que não quer dizer que não possam ser abordados outros assuntos.
Passem por lá, comentem os posts, linkem-nos, critiquem-nos, mas apareçam e deixem também o vosso conselho!
Ultimamente tenho andando um pouco desaparecida, mas o regresso às aulas a isso me obrigou! Comecei as aulas quarta-feira e logo nesse dia saí às 21h30! Este ano não vai ser pêra doce. Até vou ter de frequentar alguns seminários aos sábados. Isto de ser finalista não é fácil.
Por isso, já sabem, se eu não escrever muito.

A banda sonora no ouvido e a vontade de estar com vontade para amar!
Pois é, voltei ao buliço da grande cidade, mas desta feita para estudar, o que significa que se acabaram as férias e que vou postar com mais regularidade (se o estudo o permitir)!
Pois é, bem sei que sentiram a minha falta, brincadeirinha! Eu também senti falta da blogosfera nestas duas últimas semanas. A verdade é que estou de férias, mas como saí de Lisboa tão à pressa, nem tive tempo de escrever um post a explicar a minha ausência. Mas agora, aqui estou eu, armada do portátil pronta a escrever aquilo que possa ainda acontecer nestas minhas férias. Não sei se irá acontecer muita coisa, pois estou quase sempre sozinha, para ser franca as minha férias consistem mais num ritual de purificação da alma do que noitadas desenfradas pelos reinos dos Algarves. Só me falta o Tai Chi para ficar completamente em paz.
Até à próxima e boas férias a quem as esteja a gozar agora.
A minha estadia, embora curta, no Algarve este fim-de-semana foi agradável, muito agradável. Fez-me bem sair de Lisboa (esta cidade a que só quero bem).
Fui pela primeira vez à praia este ano e ao banho de mar. O mar, estava simplesmente delicioso. Repousei!
Já não ia ao Algarve desde o ano passado, não mudou muito. O pôr-do-sol continua lindo, o vento insiste a levantar-se cedo demais, o sotaque é o mesmo.
Costumo ir para o Barlavento desde que nasci, nomeadamente para Alvor! Por poucas vezes me apanharam no Sotavento!
Desde pequena que os meus pais me "abandonavam", assim como às minhas irmãs às mãos dos meus avôs e pelo Reino do Algarve costumavamos passar os meses das férias grandes. Muitas lembranças me assomem à mente desses tempos. Eram tempos felizes, na época faziamos praia de manhã, retornavamos a casa à hora de almoço, para depois fazer a sesta romando à praia mais uma vez depois da hora de maior calor onde nos demoravamos até vermos o raio verde (se bem me recordo, o raio verde, é um raio que se pode ver quando o sol se põem e que predestina bom tempo para o dia seguinte). À noite íamos dar uma volta, comer um gelado e depois, xixi cama!
O verão era o tempo que tínhamos para passar tempo de qualidade em família, Hoje em dia, e desde já alguns anos, isso não acontece. Cada um vai nesta ou naquela semana, e o tempo passado junto por vezes limita-se a um dia. Já nem no verão conseguimos estar juntos, em família, e desfrutar de um bom laissez faire. Por isso, já alguns anos que me habituei a fazer praia sozinha, pois amigos por aquelas bandas também não são muitos!
Costumo dizer que quando estou no Algarve faço férias de velho, isto é, não vou sair todas as noites e não fico alcóolicamente bem disposta (feliz expressão utilizada pelo meu pai, pois segundo o que ele diz, uma senhora nunca esté bêbeda, mas sim alcóolicamente bem disposta) e também não vou para a praia às seis da tarde, verdade seja dita, também não vou às oito da manhã. Tenho o meu próprio ritmo! Cada compasso é como um movimento sagrado para alcançar umas férias reparadoras.
Gosto de acordar quando o corpo desperta, geralmente é entre o meio-dia e as duas da tarde, tomo o pequeno-almoço, sendo a única altura do ano em que o faço assim que acordo, compro o jornal, tomo um café lendo o jornal, vou para a praia, onde retomo a leitura do jornal ou de um livro. Banho-me, passeio, durmo e pela praia me quedo até já não puder aturar o vento que por esta altura já faz horas se levantou e fustiga o meu corpo com inúmeros e minúsculos grãos de areia. A noite é dedicada à conversa, aos jogos de cartas, ao cinema, a uns copos (raramente a mais) ou a um passeio à beira rio ou ria!
Tenho saudades dos verões passados em família, do stress causado pela quantidade de sandes a serem feitas para levar para a praia, da calma ao fim da tarde enquanto se come um gelado ou bebe uma imperial no café da praia.
No entanto, este ano, pela primeira vez, em muitos anos, coloca-se a possibilidade a possibilidade de voltar a ter essas férias, no entanto, devo ser sincera e confessar que apesar das saudades, esta perspectiva amedronta-me um pouco.
Este fim-de-semana não vou postar, pois vou para a Praia, mas quando voltar prometo estar mais activa! Até lá, Bons dias!
É verdade, eu assumo, por fim, sou miúpe!
Desenganem-se aqueles que esta vida de pitosga é fácil, e para os outros que me imaginam com uns óculos com lentes que se assemelham a fundos de garrafa podem tirar o cavalinho da chuva, pois só tenho 1 diópetria em cada olho, mesmo assim, não deixa de ser incómodo!
Sempre que ando sem óculos, o que acontece quase sempre, a minha vida, ou melhor, a paisagem à minha volta parece um quadro do Noranha da Costa, tudo desfocado, de vez em quando lá expremo os olhos, para ver se consigo focar alguma coisa, mas está cada vez mais difícil.
Resultados de ser miúpe:
* Passar a vida a confundir estranhos com pessoas conhecidas!?!
* Não conseguir ver as matrículas dos carros que estão no outro lado da rua?!? (foi assim que me apercebia que via mal ao longe, é o bem, ou será o mal de andar muito a pé sozinha e ter de me entreter de alguma maneira)
* Confundir um monte de entulho num terraço com gatos estendidos ao sol!?!
* Mas o melhor mesmo é, julgar que um bando de velhas são um grupo de miúdos de sweatshirts com capuz!?! (era de noite!)
Estou quase a cair para o lado! De sono! Foi mais uma directa, desta vez a para remodelar aqui o blog. Vou mas é dormir!
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz... desculpem, estou tão lenta que o dedo não saiu do mesmo sítio.

Quem me dera!!!
...dormir
....dormir
....dormir
...apresentar trabalho de políticas públicas
...trabalho de métodos e técnicas
...trabalho de doutrina
É este o resultado de um fim de semestre atarefado! Desde às 17 horas de 2ª feira até agora só dormi 4 horas - para dizer a verdade, nem pensei que conseguisse aguentar tanto. Só quero dormir!!!
O meu dia hoje começou bem (10 de Maio) após 5 tentativas frustradas da minha irmã a tentar levantar-me, pois sabia que tinha uma frequência (diga-se de passagem que tentou todos os truques mais baixos, desde o puxar os cobertores, gritar, desviar as cortinas, por música aos altos berros, esfregar-me o puto na cara, e como não podia deixar de ser a gritaria; só faltou mesmo o copo de água em cima). O pior de tudo é que eu tinha-me deitado lá para as 7 (isto foi desde o meio-dia até à 1! Eu tinha frequência às duas!
Depois de a expulsar do quarto, esbaforida! Berrei tanto que acho que devo ter deslocado uma corda vocal, ou pelo menos dado um jeito, pois fiquei à rasca durante as horas seguintes como se tivesse rouca havia uma semana!
Lá acabei por me levantar, tomar um banho rápido e voar para a universidade! Uma vez que não sabia qual era a sala dei um pulo pelo placard e qual não é o meu espanto quando vejo pessoas da minha turma alegremente na converseta (diga-se de passagem que eu já ia meia-hora atrasada, mas também não muito preocupada).
Afinal, o que sucedeu, a frequência foi adiada para hoje (dia 11) e para variar, em vez de estudar, fiz tudo menos isso! de tarde tentei recuperar o sono perdido durante a noite e à noite tentei recuperar a televisão não vista durante o dia (nem já sei porque me dou ao trabalho, uma vez que só passam porcaria, ideal para vegetar).
E com isto, vou-me deitar, para ficar a dormir de manhã, ou não (não sei o que o futuro me reserva!) para estudar à hora de almoço para poder ir fazer a desgraçada da frequência à tarde!
Isto só a mim...!
NB: O puto é o meu sobrinho! A minha irmã tem a capacidade extrama de me irritar (especialmente se passamosmuito tempo juntas, deve-se ao facto de termos os feitios muito parecidos, só pode). Esta minha irmã, que já está casada, logo, já não vive cá em casa vem cá todos os dias ( e não digo que iso seja mau) mas o que é realmente enervante é o facto de ela chegar cá e em primeiro lugar pôr e dispôr, em segundo o de depositar o puto todos os dias (e geralmente pedir-me para tomar conta dele ou quando estou com uma directa em cima, ou estou de ressaca ou tenho uma frequência ou trabalho para apresentar/entregar no dia a seguir), e em terceiro e último, o espantoso dom que ela possue de me acordar, quer pela maneira como o faz, quer por o fazer especialmente eu não lhe-o pedi!!!
Avisa-se a todos os zoófilos que este blog e as muitas directas de estudos são potenciados por Coca-Cola* e Cigarros Português!!!
* Sim, faço publicidade, e não, não me pagam; além do mais, não gosto de Pepsi e muito menos de Spur Cola.
...não vou a lado nenhum! Estou há 5 horas no escritório (cá em casa - ainda não trabalho), estou farta de navegar na internet, mas estudar que é bom nada!
Tenho uma frequência amanhã (ou melhor, daqui a 8 horas) de uma cadeira que tenho mesmo que passar, mas em vez de estar a ler a merda do livro ponho-me a navegar na net (a ver sites de filmes)! Só eu!
Bem, vamos lá ler o livro!!! E tentar não adormecer!
[E como senão bastasse tudo isto, esta situação caricata é acompanhada pela seguinte banda sonora - fadunchos da Amália]
O meu atraso é justificável! Há já alguns anos que eu deixei de celebrar este dia (há 9, para ser mais exacta).
Faz este ano, em Novembro, dez anos que a minha mãe morreu, na altura tinha 13 anos! Como é natural, e não o omito, sofri e ainda sofro com a sua ausência; apesar de com o passar dos anos a ausência torna-se uma menos pesada, enfim, uma habitué do meu dia-a-dia!
Aprendi a conviver com esta ausência, e hoje, as memória que sobrevivem acodem-me cada vez menos, de vez em quando, discorrem com uma intensidade que me petrifica durante dias! A alma abate-se, o espírito abala-se e assim fico prostrada, morta-viva com as lembranças de uma infância tida como feliz!
Apesar de já não celebrar este dia com a minha mãe, todos os anos presenteio a minha avó com aquele beijinho especial, poque afinal de contas, e como ela tanto gosta de dizer, uma avó é mãe duas vezes!
No entanto, deixo o seguinte poema, que muito propriamente intitula-se
A minha mãe
Já partiste d'esta vida
Para nunca mais voltar!
Nunca mais te irei beijar
Nem verei, oh mãe querida!
O teu meigo e triste olhar!
O teu olhar macerado,
Oh minha doce visão!
Sinto-o no meu coração,
No meu peito amargurado
Por esta infinda paixão!
Jamais teu rosto esqueci,
Branco e triste como os lírios
Quando findos teus martírios
Entre lágrimas o vi,
Á luz incerta dos cirios!
. . .
Nem eu sabia a ventura
Que torna a vida doirada,
Quando da mãe adorada
Existe ainda a ternura,
Que é como lêda alvorada!
Tão pungente é a saudade
Que a vida desbarata,
Que é fronte fios de prata
Vêm marcar a crueldade,
Da saudade que me mata.
Perder esse amor ideal
Foi p'ra mim tal desventura,
Que minha própria ventura,
Com esse amor sem igual,
Foi p'ra mesma sepultura!
Por isso, eu vou encontrar,
Na sombra do cemitério,
Para o pesar, refrigerio
Na morbidez singular
Dos meus sonhos de mistério...
Espalho, então, docemente,
Mágoas que levo comigo,
E é, ali, no seu jazigo,
Que a ela conto, somente,
As penas que a ninguém digo.
Ali, num longo sonhar,
Eu vejo-me encanecida,
A mocidade perdida
De tanto e tanto chorar,
A perda da sua vida!
Mas se os cabelo prateados
Encosto ao seu ataúde,
Ficam-me logo doirados,
Tão belos e perfurmados,
Como eram na juventude!
É que inda depois de morta,
A sua imagem bendita,
Numa ternura infinita,
Que suaviza e conforta,
Vem beijar minha alma aflita!
E sinto então a esperança
Embalando-me louçã,
Quase doce, tão sã,
Como a sentia em criança,
Quando dizia - Mamã!...
Que os anos passem... embora!
O pensamento sem norte,
Quanto mais triste é a sorte,
Mais volta aos dias de outrora,
Mesmo tão perto da morte!
Recordações vêm à mente,
Recordações do passaso...
Daquele seio adorado,
Do seu conforto tão quente,
E hoje p'ra sempre gelado!...
E as flores que então orvalho
De lágrimas e de beijos,
São das esperanças lampejos,
Flores d'alma, que ali espalho,
Dos meus magoados desejos.
. . .
Adeus, mãe! Nome Adorado,
Que ouço sempre, sem cessar...
No vago rumorejar,
Do cipreste desoldao,
Que m'o está a soluçar!
Somho meu que se evapora,
Adeus, suave ilusão!
Presa no meu coração,
Fica a saudade que chora
Esta eterna solidão!
Se os olhos ergo saudosa,
E através de etéreos véus,
Procuro ver-te nos Céus,
É para à tua alma piedosa
Dizer ainda um Adeus!
Mas qantos suspiros e ais
Um Adeus não faz soltar!
Não mais o irei soluçar,
Porque Adeus é - "nunca mais!"
E eu inda te hei-de encontrar!...
Mãe! Da mansão infinita,
Onde a luz divina brilha,
Comigo essa luz partilha,
Minha mãezinha bemdita,
Abençoando a tua filha!
In Glicínias de Luthgarda Guimarães de Caires
Para hoje prevejo um belo dia, o termómetro em Lisboa deve atingir os 27º!!!
Pequeno almoço tomado, duas tostas de presunto e queijo acompanhadas por 60 cl de leite com chocolate! O bom que é receber o pão quente mesmo à porta de casa!
Agora é tempo de ir dormir uma escassa hora e meia antes de ir iniciar a sério mais um dia!
Existem várias proximidades que me enervam profundamente. O estar próximo [físicamente] de alguém requer exactamente isso, que se seja próximo dessa pessoa ou pelo menos conhecido. Acho que no mundo de hoje cada vez mais se negligência o espaço de cada um. Eu tento sempre respeitar os espaço de todos, claro que não sou perfeita e por vezes , com certeza falho, mas ao menos tento.
Aqui ficam alguns exemplos claustrofóbicos:
1º Estar sossegadamente a beber o meu café ao balcão, quando alguém não sai detrás de mim, porque não se consegue decidir quanto ao bolo a que vai comer, andando de um lado para o outro [num pior cenário, ainda me tento desviar, mas parece que tenho mel, pois a pessoa continua atrás de mim].
2º Na fila do supermercado, meus amigos, há realmente necessidade de estarmos todos em cima dos outros só porque vamos na mesma direcção, ou seja, pagar!
3º Em qualquer transporte público, porque é que as pessoas são tão burras e ficam sempre no sítio onde entram, nos autocarros, ele é vê-los cheinhos à frente e atrás sem ninguém, no metro, os quadrados limitados pelas portas de cada lado recheiadinhos enquanto que o espaço entre os bancos está sempre vazio, por amor de Deus, sejam racionais e mexam-se para onde não estorvem!!!
... e com isto vou-me deitar.
boas noites!!!
É impressionante, porque é que eu sabendo que tenho aulas amanhã de manhã e mesmo estando um pouco cansada não me fui deitar antes? É verdade que tinha coisas que fazer, mas nada que não pudesse fazer depois, pelos vistos não cumpro o primeiro ditado, mas cumpro este Não deixes para amanhã aquilo que possas fazer hoje!
Bem, e com isto, meus amigos
Boas, noites, lá está!
Cá acabo eu de vir de mais uma noite de copos no Bairro Alto, isto está a tornar-se um hábito! Fui só com uma amiga minha, no entanto, encontra-se sempre alguém conhecido - Lisboa é um mundo tão pequenino, uma verdadeira aldeia, comparando com as outras capitais europeias.
A conversa foi abrangente, incidiu sobre o orgulho e estendeu-se até à iritação de mais uma peça de bijuteria perdida (já me acharam o colar, graças a Deus).
À parte disso, cheguei a uma conclusão, cada vez que não em encontro em frente ao computador, os posts brotam na minha cabeça como trevos num pinhal em plena primavera, no entanto, sempre que chega a altura de escrever alguma coisa aqui, foram-se, nem uma réstia do que tinha decorrido no pensamento permaneceu, acho que vou ter de começar a andar com o meu bloquinho de notas outra vez (contudo, nesse caso, talvez serei rotulada de anti-social, escrever posts no bloco para depois o colocar no blog em vez de confraternizar. Bem , ce la vie!
E com isto despeço-me, boas noites e até amanhã!
Será que tenho um anjo da guarda? Bem preciso dele...

...Será que é este?
Preciso de desafabar, de me confessar, de me purificar!
A minha consciência, será que tenho só uma? Será que tenho masi do que uma e consoante os momentos escolho a que melhor se adapta à situação? Será que não tenho consciência? Se não a tenho, será que a perdi algures no longo e tortuoso caminho da vida, ou simplesmente, nunca a tive?
Estas são as perguntas que me invadem a cabeça de momento. Estas e mais esta, a fucral - digamos que antecede todas as outras - porque é que eu, constantemente, pratico acções no presente, muitas das quais terão danos irreparáveis no futuro, ou por e simplesmente mudarão a minha vida, alguns de uma maneira pequena, quase insignificante, outros de uma maneira permanente e irrevogável! Porquê?
Hoje o meu sobrinho fez 6 meses, pois é, nasceu no dia mais quente de 2003 (1 de Agosto), a minha irmã que é grande fã de festas, lá decidiu dar uma festa de mesário ao crianço!
Da minha irmã já espero tudo em realção ao puto, não que o seu desejo de ser mãe a tenha perseguido toda vida, como algumas amigas minhas que desde a adolescência sonham em estar grávidas. Mas voltando à minha irmã, a partir de uma certa altura, o relógio biológico deve ter acelerado, e não que ela seja muito velha, somente tem 28 anos, mas a necessidade de ter filhos aumentou e assim sendo, não é que começou a comprar roupa de bébé mesmo antes de estar grávida.
Enfim, o ponto que eu quero fazer notar, não é o quão louca a minha irmã é, mas sim que realmente a maternidade ou paternidade nos afecta a todos quando é chegada altura. Notei isso hoje, quando lá no meio da festa tentei falar de um assunto qualquer com minha irmã, e ela insistia em dizer que o miúdoainda não comia sopa e só estava na fase das papas. Meu Deus, é preciso ter paciência, quando se é mãe ou pai fica-se obcecado pelo rebento, eu compreendo que seja natural, mas parece que não sabem falar de outra coisa. è caso para dizer, muda o disco e toca o mesmo, pois todas as conversas vão dar ao mesmo - ao crianço!!!
Ontem pus-me a pensar, qual a razão de eu ter criado este blog?
Como pessoa que por algumas vezes se sente incompreendida e por que não, com um fraco ou desajustado sentido de oportunidade, senti que esta seria uma boa maneira de expôr o que me vai na alma, deixando o sentido de oportunidade para os leitores.
Mais a mais, escolhi Zoóide (que se parece com alguma parte dum animal) para o nome deste blog pois pretendo que através dele os meus sentimentos, e o que de mais primitivo que há em mim flua. Estou farta de racionalizar, de equacionar os meus sentimentos, estou saturanda de procurar a raíz quadrada da amizade ou a elevação do amor. Só quero sentir! Não quero pensar porque sinto o que sinto e porque o sinto.
Apesar de compreender que a característica fundamental que nos distingue dos animais é a nossa racionalidade, não podemos ser humanos sempre, é necessário que sejamos animais, contudo, animais no sentido de estarmos mais em contacto com os nossos sentimentos e não nosentido de sermos bestas e ignorarmos todas as convenções sociais existentes!
Pois é, voltei! Sinceramente não sei se a minha falta foi verdadeiramente sentida neste pequeno universo dos blogs, mas de qualquer maneira, aqui estou eu, e sem planos futuros para viajar (infelizmente)!
Verdade seja dita, já senti umas quantas saudades deste jardim à beira-mar plantado, ou a face que mira o mundo, como preferirem!
Voltei, para durante o próximo mês estudar como uma moura, as frequências, as entregas e apresentações de trabalhos, e os malditos dos exames vão ser uma constante por estes dias, por isso não posso prometer muitos posts!
Pois é, primeiro veio o Natal, a ausência que se pode registar neste blog é registada pela azafama das compras dos presentes, sim, aqulea procura pelo prersente perfeito. Acho que ainda não foi desta que lá consegui chegar - oferecer os presentes perefeitos a alguém. Se estão interrogando, se existe tal coisa como um presente perfeito, eu posso-vos assegurar de que sim, pois já vi alguém oferecer e outro alguém receber. Mas bem, o Natal já passou e passou-se muito bem, o mesmo é dizer, lá passou mais um Natal com muito bacalhau e doces não típicos de natal (eu pertenço a uma famíia que apesar de amar o natal - especialmente por passar a maior parte do tempo nesta quadra de paz e amor a discutir - não gosta, muito dos tradicionais doces de natal, somente do Bolo Rei).
Bem, o Natal já lá vai e para o ano haverá mais!
Quero um destes pelo natal!!!