Ora pois! Como também eu tenho direito a férias, eis que dentro dos próximos dias irei rumar ao norte da Europa, lá para as terras de onde vêm os whiskies.
Nos próximos dias irei deambular pelas ruas de Dublin e de Edimburgo. Prometo que farei uma reportagem completa quando voltar.
Até lá podem ver Dublin pelos olhos destes dois italianos que decidiram filmar a sua estadia na capital irlandesa.

Tudo evolui, nada fica na mesma, até mesmo as coisas mais feias. Por isso, até os códigos de barras começam a sofrer alterações, ou revoluções, pois são tão feios que tem de ser adaptados, ou melhor, melhorados gráficamente, para ficarem mais apelativos ou mesmo passarem despercebidos.
No Japão isso já acontece, como podem ver na seguinte imagem.

Imagem retirada daqui
Não deixa de ser curioso a quantidade de coisas que uma pessoa pode descobrir sobre o seu país e as suas tradições na internet, e o melhor ainda é que as descobre por acaso.
Ora, estava eu alegremente a fazer a ronda semanária pelos blogs, sim que isto do diário já não dá, quando me deparo com esta bela tradição - o banho santo - (e não estou a ser irónica) do nosso país no blog do flickr.

Para saberem mais sobre esta tradição, é só ver o artigo no wikipedia. E mais fotografias é só ir aqui.
Feira do Livro de Lisboa. Parque Eduardo VII. Início da noite. Primavera. Actualidade.
Rapariga - Passeia à procura de um livro de uma determinada editora, na companhia de dois amigos.
Senhora do Stand - Não há nada a dizer, tirando o facto de trabalhar num stand de livros técnicos.
A Rapariga está em movimento, algo perdida decide dirige-se a um stand e perguntar:
- Boa noite. poderia-me dizer onde fica a Saída de Emergência, por favor?
Senhora do Stand: - Desculpe?!?
Está quase ai, a 76ª Feira do Livro de Lisboa! Que saudades tenho de anda pelas avenidas do parque Eduardo VII à caça de livros. mas está quase, quase.
Gosto mesmo destes posters, gostava de os ter em papel, para espalhar pelas paredes vazias do meu quarto!




Há mais donde estes vieram, aqui!
É bom aber que fumo uma marca com Eduções Limitadas! E esta até em bem gira. Há em quatro variedades, as que seguem em baixo, apesar de a mim só ainda me ter calahdo o farol, já vi as outras ao vivo e a cores.

E digo mais, gostei!
Quero um destes!
Vejam lá bem isto, o Miss A kit é um Canivete Suíço cor-de-rosa com uma lanterna, porta-chaves, agulha e linha, alfindete de ama, saca-rolhas, espelho, pinça, garrafa de perfume, abre-garrafas, chave de fendas, tesoura, régua, lima, caixa para comprimidos e até uma faca. Isto é o chamado 15 em 1!
Sempre fui uma fan do MacGyver e quando era pequena queria ser como ele.Mas agora que cresci e sou mulher, quero ser uma MacWomanGyver!
via Cool Hunting
... e eu dir-te-ei quem és!
Nas sábias palavras do nosso amigo Forrest Gump:
Momma always says there's an awful lot you could tell about a person by their shoes. Where they're going. Where they've been.
Realmente, uma pessoa pode-se definir pelo tipo de sapatos que uso, que apliques têm. Há cada par de sapatos! Uma pessoa até pode estar bem arranjada, mas estão lá os sapatos para dizer o que precisamos de saber sobre uma pessoa ou não, enfim, se é ou não pindérica!
Constatação levada a cabo hoje à tarde no autopovo, carreira 20!
A Primavera chegou, pelo menos no que conta às estações, mas não no verdadeiro sentido, pois ainda chove e faz um pouco de frio!
Esperemos que em breve as flores desabrochem, que os jacarandás inundem Lisboa com o seu cheiro maravilhosos, que os pássaros chilreiem. Enfim, esperamos dias melhores!
Até a primavera não chegar de facto, entretenham-se com o seguinte acompanhamento musical:
El Perro del Mar - God Knows
Há já uns tempo escrevi um post em que decrevi coisas que me irritavam nas pessoas, em particular, o facto de se "colarem" e de não serem racionais no que diz respeito a partilharmos espaços comuns.
Disse e continuo a dizer, as pessoas são completamente irracionais, e para além disso, são completamente incivilizadas quando estão a andar de transportes públicos e muitas outras situações, como andar na rua, quer seja como pedestres ou condutores.
Senão vejamos: de cada vez que estou à espera na gare do metro para que este venha, encosto-me sempre á parede (isto também com receio se estiver muito chegada à linha venha um maluquinho qualquer e me empurre para a linha); quando o metro chega, espero pacientemente ao lado da porta aberta que todas as pessoas que vão sair naquela estação o façam, antes de me atrever a entrar; uma vez no metro, se houver um banco vazio sento-me ou encosto-me à parede onde menos estorvar, na eventualidade de o metro estar cheio, tenho a preocupação de me dirigir à arte do meio e de ficar de pé entre os bancos, por último, se estou sentada ou me dirijo a um qualquer banco tenho o cuidado de olhar à volta e ver se não há ninguém que precise mais dele do que eu, por muito cansada que esteja!
Das duas uma, ou eu sou completamente atrasada menta por agir assim, ou então o mundo está cheio de pessoas mal educadas que não tem o mínimo sentido de civilidade e responsabilidade civil, e passo a explicar o sentido da última. se eu estiver sentada e no autocarro e entrar uma senhora idosa, não exitirem mais lugares e eu não lhe der o meu lugar, podem ter a certeza que eu me sentirei arrependida de o não ter feito e mais, sentir-me-ei respons+ável se ela cair numa qualquer travagem brusca que o motorista faça como é seu hábito.
Quanto ao outro exemplo, é o andamento na rua. Digam-me senhores qual é a racionalidade de numa rua com uma passeio de 2 metros de largura andarem três pessoas lado a lado impedindo que mais alguém passe, e para o fazer tenha de o fazer pela rua, onde corre o risco de ser atropelada. E quanto aos senhores condutores, qual é a necessidade que tem de estacionar em cima dos passeios? Não percebem que ao fazê-lo estão a privar as pessoas de circularem onde devem circular, obrigando-as a andar na rua, onde depois se vão queixar que elas estão. e se for uma mãe com um carrinho de bebé, e se for uma pessoa numa cadeira de rodas, e se uma ambulância precisar de socorrer alguém e a maca não passar...
Desculpem, não estou nos meus melhores dias, mas há realmente coisas que me conseguem tirar do sério, e estas são umas delas.
A minha alma está parva, uma baleia no Thames!
Foi efectuada uma operação de salvamento, mas a pobrezita não se safou!

No outro dia, ou melhor, no sábado passado, caminhava eu pelo Campo Pequeno saiada a meio de um almoço de Natal para ir para assitir a um seminário na Faculdade, quando uma senhora de idade indefinida, mas com certeza acima dos 60, me interpela e muito baixinho como quem tem vergonha me pergunta: "Sabe de alguma senhora que precisa de uma (empregada) interna?", ao que eu respondi verdadeiramente "Não, não sei." Antes de seguir caminho olho para baixo e reparar que ambas as mãos da senhora estavam ocupadas, seguravam dois grandes sacos de plástico que deveriam conter todos os tesouros por ela acumlados ao longo de uma vida de muito trabalho e sacrifício.
Lembro-me de mais tarde pensar o que seria feito dessa senhora. Será que alguém caridoso lhe deu guarida ou teria de passar a noite na rua, ao frio?
Se há algo que realmente me mete dó nesta vida é ver certas injustiças, como pessoas que toda a vida levaram uma vida honesta, com um trabalho modesto, mas honesta, serem trapaçeadas, feitas em gato sapato e acabando em situações muito precárias. Quando penso nisso, apercebo-me o quão afortunada sou e mais, o quão egoísta e comodista sou. É triste, mas é verdade, infelizmente!

Fotografia de Idebonte
Ontem foi dia da espiga. Como nos últimos quatro anos, lá comprei eu o ramo à entrada do metro e passei com ele todo o dia na faculdade (os meus colegas já acham que deve é uma mania minha, um dia do ano andar com uma ramo atrás).
O ramo que comprei tinha tudo, o pão, a prata e o ouro, o vinho e o azeite. Só não vinha com amor, mas isso é algo que aparece. Estando a casa preparada para a abundância durante o próximo ano, só espero que apareça o ramo de espiga para o meu coração.
Na próxima 6ª feira, 15 de Abril irá realizar-se o Seminário Napoleão I - Novos Olhares, Novas Leituras no Instituto Franco-Português. A organização deste seminário está a ser levada cabo pelo Instituto de Estudo Histórico-Militares Napoleão I, a que tenho o prazer e alegria de pertencer.
O Seminário irá focar várias temáticas desta grande figura mundial que foi Napoleão, indo desde a sua visão política, passando pela heráldica napoleónica até à cultura da época. Este seminário é uma excelente oportunidade para se saber mais sobre Napoleão Bonaparte assim como a época a que pertenceu.
Não será cobrada qualquer inscrição. Para mais informações, consultem o programa.
Contamos com a vossa presença, até lá, passem a palavra.

Fotografia de João Figueiredo in 1000 Imagens
... receber o horário do ginásio por e-mail todos os meses!

... começa hoje!
Ora seja bem vinda minha Senhora!
Insegurança é:
* ter no espelho o seu maior inimigo;
* temer a perda dum afecto;
* cismar com o silêncio de quem se gosta;
* recear o fantasma do abandono;
* precisar de ser-se encorajado(a) a todo o momento;
* não tentar com medo de falhar;
* precisar de ser-se protegido(a);
* não recuperar de um fracasso;
* não acreditar na própria essência;
* perturbar-se com críticas negativas;
* não confiar que somos capzes;
* hesitar dar um passo em frente;
* procurar estabilidade instavelmente;
* precisar da garantia da presença alheia;
* amar timidamente em silêncio;
* esconder-se com medo de ser encontrado(a).

Gaetano Previati
Madonna Dei Gigli
Um dos livros ilustrados por esta pintora/ilustradora é O Palhaço Verde, de Matilde Rosa Araújo, livro este que me recorda a minha infância!
Junho é o meu mês preferido (ou não fosse também o mês dos meus anos)!
Existem muitas razões que se podem sumariar numa só, Junho é significado de Lisboa em Festa.
Tipicamente, nesta altura, por toda a cidade decorrem eventos culturais e populares que agradam a todos os gostos, mas mais do que isso, Junho é o mês de Lisboa! Mês de Santo António, que muitos dizem que é o Santo Padroeiro (enganam-se, pois este é São Vicente), mas não podemos deixar de lhe ter um carinho especial. Mês das festas populares, das procissões, dos arraiais, mês dos manjericos, da feira do livro, mês da melhor luz que Lisboa vê durante o ano inteiro. Enfim, Junho é aquele mês em que eu renovo o prazer de ser aquilo que intrinsecamente sou; ser alfacinha!
Desde já, deixo-vos algumas sugestões para as festividades deste mês, se quiserem ver o programa inetiro das festas dirijam-se aqui.
Animação de Rua:
10 de Junho - Pregoeiros de Lisboa
14h00 | Lg. 1º de Dezembro/R. do Carmo/Lg. do Carmo
14 de Junho - Ensemble Chorda in Ventu . Música Clássica
11h00 | R. Garrett
Arraiais Populares:
Durante todo o mês realizam-se arraiais em muitos bairros da cidade, como Ajuda, Campo Grande, Marvila, Beato, entre outros...
Festa do Fado:
10 de Junho - Os Poetas Populares
António Rocha, Maria da Nazaré, Teresa Siqueira, Maria Amélia Proença
22h00 | Pequeno Auditório do CCB
13 de Junho - Mafalda Arnauth, José Salgueiro e “Vozes da Rádio”
22h00 | Castelo de São Jorge
Teatro:
30 de Junho - Tertúlias
18h30 | Café dos Teatros
Uma ária à mesa
22h00 | Café dos Teatros
Tipicamente com o início de Junho dá-se o início da época balnear e veranil!
Para assinalar os 100 anos do histórico eléctrico de Sintra, a linha considerada como a mais romântica da Europa regressou ao activo na passada sexta-feira.*
E por isso mesmo, desde ontem (inauguração ao público), o eléctrico que faz o percurso entre Sintra e a Praia das Maçãs está de novo circular, apesar de este ser o primeiro ano, desde há muitos (sabe lá Deus quando) a fazer o caminho desde Sintra.
Há uns anos, toda a linha foi remodelada entre a Praia das Maçãs e a Várzea de Colares, passados uns anos o caminho estendeu-se até à Ribeira, passando a fazer assim o percurso Ribeira - Praia das Maçãs.
Para quem quiser fazer este passeio inesquecível deixo aqui os horários**.
Saídas de Sintra (Sintra-Banzão-Praia das Maçãs):
09:30 - 10:05 - 10:15
11:25 - 12:00 - 12:10
14:25 - 15:00 - 15:10
16:25 - 17:00 - 17:10
18:25 - 19:00 - 19:10
Saídas da Praia das Maçãs (Praia das Maçãs-Banzão-Sintra):
08:45 (Banzão) - 9:20
10:20 - 10:30 - 11:05
13:20 - 13:30 - 14:05
15:20 - 15:30 - 16:05
17:20 - 17:30 - 18:05
Cada bilhete custa 1 €.
O eléctrico funciona de Terça-feira a Domingo, sendo que de terça a quinta está reservado para excursões.
* Frase retirada de Sintra Digital
** Horários do Eléctrico retirado do blog Serra de Sintra